Endometriose & dor pélvica

A sua dor tem nome — e merece ser investigada com cuidado

Endometriose não é "cólica normal". Na consulta de avaliação com a Dra. Gabriela Ereno, vamos entender o que o seu corpo está sinalizando, com escuta atenta e investigação cuidadosa, para chegar a um diagnóstico preciso e a um plano de tratamento individualizado.

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  • CRMSP 210116 | RQE 117231
  • Foco em endometriose e dor pélvica
  • Cirurgia ginecológica minimamente invasiva, quando indicada
Dra. Gabriela Ereno, ginecologista, em ambiente acolhedor de consultório
CRMSP 210116 | RQE 117231 Ginecologia e cirurgia ginecológica

Você não está exagerando

Você se identifica com algum desses sinais?

Muitas mulheres convivem por anos com sintomas que foram tratados como "normais" antes de receberem um diagnóstico. Sentir dor não é fraqueza nem frescura — é um sinal do corpo que merece ser ouvido e investigado.

  • Cólicas menstruais intensas

    Dor que atrapalha o trabalho, os estudos ou a rotina, e que muitas vezes não melhora com analgésicos comuns.

  • Dor na relação sexual

    Desconforto ou dor profunda durante ou após a relação, que afeta a intimidade e a qualidade de vida.

  • Dor ao evacuar ou urinar no período menstrual

    Sintomas que se intensificam durante a menstruação e que podem indicar comprometimento além do útero.

  • Sangramento menstrual intenso

    Fluxo aumentado, com coágulos ou duração prolongada, que pode vir acompanhado de cansaço — um sintoma ginecológico que merece investigação e pode coexistir com a endometriose.

  • Cansaço persistente

    Fadiga que vai além do esperado e que costuma se somar ao impacto da dor crônica no dia a dia.

  • Dificuldade para engravidar

    A endometriose pode estar associada a desafios de fertilidade, que merecem avaliação individualizada.

  • Anos sem um diagnóstico

    Se você já passou por várias consultas sem respostas claras, talvez seja hora de uma investigação direcionada.

Se você se reconheceu em um ou mais desses sinais, isso não confirma um diagnóstico — mas indica que a sua história merece uma escuta cuidadosa. Sentir não é exagerar.

Por que fazer a avaliação aqui

Um cuidado que une escuta e investigação

A avaliação com a Dra. Gabriela é pensada para mulheres que já se sentiram minimizadas e querem, finalmente, ser ouvidas e investigadas com seriedade.

  • Investigação e diagnóstico direcionados

    Anamnese detalhada, exame e exames de imagem orientados para a sua queixa, em busca de respostas claras sobre o que você sente.

  • Escuta e acolhimento

    Tempo para entender a sua história sem pressa e sem julgamento, num ambiente onde a sua dor é levada a sério.

  • Experiência em cirurgia minimamente invasiva

    Atuação em videolaparoscopia e histeroscopia ginecológica, com abordagem cirúrgica considerada apenas quando há indicação clínica.

  • Plano de tratamento individualizado

    Cada conduta é construída a partir do seu caso, dos seus sintomas e dos seus objetivos de vida.

  • Olhar para a qualidade de vida

    O cuidado considera o impacto da dor na sua rotina, no seu sono e no seu bem-estar, não apenas os exames.

  • Atenção à fertilidade

    Quando esse é um tema importante para você, ele entra na conversa e no planejamento do cuidado.

Quer entender melhor o que você sente? O primeiro passo é uma conversa.

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Como investigamos juntas

Um caminho simples e acolhedor

Buscar um diagnóstico não precisa ser assustador. Veja como funciona, do primeiro contato ao seu plano de cuidado.

  1. Você agenda pelo WhatsApp

    Em poucas mensagens, com atendimento humano, você marca a sua consulta de avaliação no melhor horário para você.

  2. Consulta de avaliação detalhada

    Conversamos sobre a sua história, sintomas e exames anteriores. A partir da escuta e do exame, definimos quais investigações são necessárias.

  3. Plano de conduta individualizado

    Com as informações em mãos, construímos juntas um plano de cuidado pensado para o seu caso, com clareza sobre cada próximo passo.

Com transparência

Quando a cirurgia é considerada

A cirurgia é uma das possibilidades de tratamento para a endometriose — e não a única. A abordagem minimamente invasiva, como a videolaparoscopia, é considerada apenas quando há indicação clínica, a partir da avaliação individual de cada caso.

O compromisso é com a clareza: explicar o porquê de cada conduta, quais são as alternativas e o que esperar de cada etapa. Aqui não há promessa de cura nem garantia de resultado — há cuidado, critério e informação para que você participe das decisões sobre o seu corpo.

Retrato da Dra. Gabriela Ereno, ginecologista

Quem vai cuidar de você

Dra. Gabriela Ereno

Ginecologia e Cirurgia Ginecológica

CRMSP 210116  |  RQE 117231

Médica ginecologista com foco em endometriose, dor pélvica e cirurgia ginecológica minimamente invasiva.

A prática clínica une escuta atenta e investigação cuidadosa, para que cada mulher receba um diagnóstico preciso e um plano de tratamento individualizado.

A abordagem cirúrgica minimamente invasiva, como a videolaparoscopia, é considerada apenas quando há indicação clínica, sempre com transparência sobre cada etapa.

  • Graduação em Medicina — Universidade de Mogi das Cruzes (2014–2019)
  • Residência em Ginecologia e Obstetrícia — Hospital Santa Marcelina (2020–2023)
  • Fellowship em Endoscopia (Cirurgia) Ginecológica — SECONCI / Hospital da Mulher (2023–2024) e Rede D'Or (2024–2025)
  • Preceptora do Fellow de Endoscopia Ginecológica — Hospital da Mulher
  • Foco clínico em endometriose e cirurgia ginecológica minimamente invasiva

Experiência e formação

Cuidado com base em formação e prática clínica

  • Residência em Ginecologia e Obstetrícia — Hospital Santa Marcelina
  • Fellowship em Endoscopia (Cirurgia) Ginecológica — SECONCI / Hospital da Mulher e Rede D'Or
  • Preceptora do Fellow de Endoscopia Ginecológica — Hospital da Mulher
  • Atuação na rede Hospital Santa Marcelina (Itaquera, Tiradentes, Itaim Paulista e Itaquaquecetuba)
  • Foco clínico em endometriose e cirurgia ginecológica minimamente invasiva

Perguntas frequentes

Antes de agendar, talvez você queira saber

Endometriose tem cura?

A endometriose é uma condição crônica que, atualmente, não tem cura. O foco do cuidado é o manejo e o controle dos sintomas — como a dor — e a preservação da qualidade de vida, sempre com um plano construído para o seu caso.

Toda endometriose precisa de cirurgia?

Não. A cirurgia é uma das possibilidades de tratamento e é considerada apenas quando há indicação clínica. Muitos casos são acompanhados com outras condutas, definidas a partir da avaliação individual.

Quanto tempo demora para chegar a um diagnóstico?

O tempo varia de pessoa para pessoa. O diagnóstico envolve a escuta da sua história, exame clínico e, quando necessário, exames de imagem direcionados. A proposta é investigar com cuidado, no seu ritmo, sem atalhos.

Atende casos já investigados por outros médicos?

Sim. Se você já realizou consultas ou exames, traga esses resultados: eles ajudam a entender o seu caso e a definir os próximos passos da investigação ou do tratamento.

Vamos conversar

Vamos conversar sobre a sua dor

Se você está cansada de ouvir que "é só cólica", talvez seja hora de uma escuta diferente. Dê o primeiro passo, no seu tempo.

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